Os jogos Olímpicos estão próximos de acontecer na cidade do Rio de Janeiro.
A Guarda Municipal tem uma função específica como todas as instituições de segurança envolvidas na realização deste mega evento.
A Guarda Municipal acaba auxiliando sobre maneira, pois tem prerrogativa para prender em flagrante delito, atua no trânsito e é responsável pelo controle urbano da cidade, que não é uma tarefa fácil e muito menos, compreendida na sua plenitude, pela população.
As outras forças, não controlam a área urbana, limitando-se a fazer os seus deveres institucionais.
Nossa contextualização acima, é feita para que se possa atentar pela necessidade imperiosa de focarmos na aquisição de mais efetivo humano, para atuar no maior evento esportivo da terra.
Hoje com a realização dos eventos testes, temos uma percepção clara de que o efetivo, não renderá o esperado, devido ao desgaste que sofrerá.
Tudo pode ser minimizado, se iniciarmos tomadas de decisão visando de alguma forma aumentar o efetivo que será usado nos Jogos Olímpicos e paraolímpicos.
Dados revelam que os Guardas não poderão ser lançados com muita frequência na modalidade de serviço em cota extra, que é o serviço na folga, pois haverá reflexos no imposto de renda do servidor e o cansaço vai bater a porta.
Com certeza isto será é um complicador.
Uma das soluções seria a formação dos últimos concursados para a Guarda Municipal do RJ, mas a crise que o nosso País atravessa, vem refletindo seriamente no quesito contratações.
Uma das soluções mais viáveis e realizáveis até o momento, é o Projeto Limítrofe, cujo conteúdo e a parceria das Guardas Municipais do Estado RJ, para juntas trabalharem nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos 2016. Mas sobre este assunto falaremos em uma próxima postagem.







