Visando dar conhecimento sobre a proposta de trabalho que foi realizado para corrigir um distorção salarial que permeia a Instituição desde 2014 com a edição da Lei 135/14, vamos postar aqui partes de interesse geral deste trabalho.
Este trabalho foi realizado com o conhecimento e aprovação de por no mínimo 70% da classe de Subinspetores e Líderes que hoje tem um total aproximado de 547 integrantes.
Está publicação, tem o objetivo puro e simples de esclarecer que as ações, áudios, articulações e parcerias , tiveram o único e exclusivo motivo de defender e manter este trabalho vivo e em condições de ser aprovado, independente de pleito eleitoral e outras situações adversas que não combinam e não devem interferir em um trabalho técnico.
Essa imagem acima, não há como contestar , pois é uma realidade que se intensificou com a edição da Lei 135 em 2014. Pois organiza a distância sobre uma nova classe existente com a edição da lei 135, que são os níveis.
acreditamos que uma justificativa sobre a padronização das distâncias dos níveis de 1 a 6, possa ser verbalizada ou descrita pela similaridade das atribuições em cada nível.
É visível que cabe também uma redistribuição das distâncias salariais na cadeia de comando. Pois as funções estão se sobrepondo, não havendo lógica para tamanhas distâncias existentes.
Foi feito um estudo sobre o impacto de uma proposta para a solução desta distorção. Todos os itens que estão sendo apresentados aqui, e os que por uma questão ética e técnica, não apresentaremos, foram construídos em diversas reuniões que se iniciaram antes das Olimpíadas, por Subinspetores, Líderes, e integrante da Banda de Música, que juntos formaram uma comissão de 10 a 12 integrantes, aprovada por no mínimo 70% da classe.
Vejam abaixo que depois de diversas reuniões e diversas orientações ao Projetista Sr. Helinton, a quem agradecemos pela elaboração do ótimo trabalho que circulou por toda Prefeitura.
Chegamos a um valor percentual para diminuir as distâncias irregulares ainda existentes.
Observem que a Banda de Música, também tem problemas em suas distâncias salariais entre classes e o trabalho também traz uma proposta de solução para o problema deles .
O impacto financeiro para a solução deste problema que está enraizado na Instituição desde 2014, ficou calculado em 6,98%.
O problema ainda existe, pois não houve possibilidade de ser resolvido na gestão onde tudo se originou.






